Dúvidas Frequentes dos Administradores Públicos
1) Para implantar da solução é necessário que o Sistema de Saúde do município esteja organizado?
  R: A solução não afeta a organização do sistema porque ela é um organizador do acesso aos serviços do município. Os Hospitais, Centros e Postos de Saúde continuam atuando da mesma forma que antes.
   
2) A solução expõe o município quando não existe oferta de consultas suficientes para atender a demanda?
  R: Ao se organizar e integrar as ofertas de consultas, o acesso dos usuários passa a ser à todas as unidades de saúde e não, apenas, a fila de uma unidade específica, humanizando o atendimento ao deslocar a fila para o sistema.
   
3) Uma das críticas mais comuns à solução tem sido que o sistema não traz benefícios para o usuário, uma vez que ele, apenas, desloca a fila, criando a Fila Virtual. Como isso pode ser rebatido?
  R: Esta crítica parte de pressupostos falsos. A solução traz como benefício uma utilização mais eficiente dos recursos (organização, integração e administração), e, isto significa mais usuários sendo atendidos. Os usuários, por sua vez, não precisam ficar em filas das unidades para ser atendido. Eles permanecem em suas residências ou serviços aguardando o momento do atendimento. A Fila Virtual é um benefício e um conforto para os usuários e, também, uma informação importante para o gestor do sistema.
   
4) Pode existir um aumento na demanda de consultas por conta da facilidade de acesso?
  R: Num primeiro momento é esperado um aumento na demanda, não só pela facilidade de acesso como pela novidade do processo de atendimento. Num segundo momento, a solução organiza e ajusta o atendimento com uma otimização dos recursos disponíveis.
   
5) Como o sistema trata o absenteísmo?
  R: O sistema permite adotar métodos adequados às especificidades de cada região. Pode ser adotado o método do “over-book” e/ou da reserva técnica para os atendimentos diretos nas unidades.
   
6) Como a solução pode atender mais usuários se a oferta de serviços continua a mesma que existia antes de sua implementação?
  R: A solução não aumenta os recursos mas o seu aproveitamento, que é maximizado pela integração e visualização das disponibilidades das ofertas globais do sistema, e não apenas as de uma unidade. O aumento de usuários atendidos ocorre, também, porque o sistema passa a encaminhar os usuários às unidades antes subtilizadas.
   
7) Como trabalhar o agendamento quando sabemos que alguns médicos não cumprem a carga horária?
  R: As agendas deverão ser montadas com as condições reais dos recursos das unidades. Uma agenda fictícia é um erro que impacta, principalmente, aos usuários que estariam comparecendo desnecessariamente às consultas, o que é mais um dos benefícios da solução.
   
8) A mudança do atendimento flexível, utilizado atualmente, para o de agendas com horários preestabelecidos, não traz problemas para a administração dos horários dos médicos?
  R: As agendas são geradas de acordo com as características de cada unidade, ou seja, podem ser agendas por turnos, por período (intervalos definidos) ou por horários e, ainda, da unidade e/ou dos seus médicos e demais profissionais.
   
9) Como deve ser implantada a solução para os casos de grandes municípios ou de municípios com regiões metropolitanas limítrofes?
  R: A solução sempre deve abranger toda uma região, independentemente das divisões políticas, quando a população ignora estes limites. A adoção de uma solução regional é uma limitação, de recursos e agendas, que não existe na prática, tendo como conseqüência uma falsa demanda e uma desestruturação da rede.
   
10) Como a solução trata os consórcios de municípios ou municípios de grande porte? Ela exige uma ou mais centrais?
  R: A solução atende tanto aos consórcios quanto aos grandes municípios através de uma ou mais centrais. O acesso é direcionado, automaticamente, à central designada para o atendimento do usuário. Na falta de oferta, o sistema permite o redirecionamento para outra central.
   
11) Por que o tempo de implantação da solução KVL varia em função do número de unidades integradas à Central?
  R: Porque a abordagem da KVL leva em consideração as questões funcionais, operacionais e particulares de cada unidade e seus profissionais de atendimento. São consideras as particularizações e variações de agendas, e, isto requer estudos detalhados de cada situação.
   
12) O sistema poderá estar integrado ao Cartão Nacional de Saúde?
  R: Sim. Assim que seja definido o Consórcio vencedor da licitação, a KVL tem o compromisso de integrar a sua solução com a do cartão. Isto deverá ocorrer antes da implantação do primeiro município daquela solução.
   
13) O sistema está restrito ao agendamento de consultas?
  R: Não. Além das consultas básicas e especializadas, o sistema permite o agendamento de qualquer serviço (SADT – Serviços Auxiliares de Diagnóstico e Terapia) prestado pelas unidades da Rede de Saúde, como também o Controle e Reserva de Leitos, Unidades de Saúde Prestadoras de APAC’s e Centrais de Ambulância.
   
14) O sistema permite determinar consultas ou serviços marcadas pelo mesmo usuário em dias, horários e unidades diferentes?
  Sim. O sistema verifica todas as condições de prováveis agendamentos múltiplos; possibilidade que poderá ocorrer a despeito da implantação do Cartão Nacional de Saúde.
   
15) O sistema permite que as próprias unidades façam agendamento? De que forma?
  R: As unidades podem agendar pacientes, para si ou para outras unidades, diretamente através do sistema e sem necessidade de fazer uma ligação para a Central. Esta funcionalidade é muito útil nos referendamentos.
   
16) Quais os benefícios que o gestor do Sistema de Saúde pode obter com a solução?
  R: Entre os vários benefícios, que podem ser auferidos pela análise das informações gerenciais, merece destaque os obtidos com o tratamento das informações sobre as necessidades de remanejamentos e/ou contração de recursos e, principalmente, das demandas reprimidas.
   
17) O que é fornecido com a solução?
  R: A menos dos recursos humanos, todos os demais necessários à implementação da solução. A solução é fornecida sob a forma denominada “turn-key”.
   
18) Em que plataformas o sistema pode ser instalado?
  R: Plataforma Windows ou Linux, ou seja uma versão modo Visual que pode ser instalada em qualquer equipamento que suporte o Windows/NT (Server) e estações em Windows 95/98 ou Linux.
   
19) Qual o Banco de Dados utilizado pelo sistema?
  R: Em ORACLE, o banco mais seguro do mercado
   
20) Se o município não dispor de recursos para a aquisição do Banco de Dados, existe outra forma de implantação da solução?
  R: Sim, as soluções KVL prevém a utilização da tecnologia WTS ou Metaframe, ou seja acesso remoto onde não é necessário fazer um grande investimento em Banco de Dados.
O Metaframe é uma ferramenta obrigatória para organizações que planejam obter o maior rendimento e disponibilidade em suas aplicações.
   
21) Qual a segurança do cliente para a continuidade da solução após a sua implantação?
  R: A solução tem uma garantia, após a inauguração do serviço, de 90 dias. Após este período, a KVL garante a continuidade e a evolução da solução através de um contrato anual de Suporte e Manutenção.
   
22) Qual o custo do Contrato de Suporte e Manutenção e o que ele engloba?
  R: O custo é de acordo com o porte do cliente – definido em função da configuração das centrais – e engloba o suporte e a manutenção (preventiva, corretiva e evolutiva) do sistema aplicativo e do Banco de Dados.
   
23) Necessidades específicas do cliente serão incorporadas pelo sistema?
  R: Sim. Através do serviços de Solicitações de Melhorias (SM) da KVL.
   
24) É necessário que os usuários/operadores da solução tenham conhecimento em Informática?
  R: Não, a interface da solução é muito amigável, e foi especialmente desenhada para o entendimento de todos os usuários/operadores do Sistema, considerando as diferenças de nível de escolaridade e alta rotatividade que existe neste setor da saúde.
   
25) Qual a qualificação do pessoal para as Centrais? É necessário um conhecimento em Serviços de Saúde?
  R: Os atendentes devem ser de nível médio e o conhecimento dos serviços não é um pré-requisito. Eles serão treinados pela KVL em todos os aspectos do serviço da central e, também, dos serviços prestados pela Rede Integrada de Saúde do cliente.